Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

64º encontro - Peugeot City

Encontro na Avenida da República em frente ao stand da Peugeot.

Selva urbana


Num domingo muito quente em Lisboa, o Jardim da Estrela encheu-se de gente a fazer pic-nics, deitados na relva, miúdos a correr por todo o lado... mas eu senti-me mais atraído por todo aquele verde, por toda a calma das árvores que nos rodeavam.


domingo, 19 de Outubro de 2014

Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina.
O Moinho de Odeceixe, em modo de pausa.

Caderninhos...

De volta dos meus caderninhos... 

64º encontro - Peugeot City



Os carros são sempre graficogénicos. Mais desenhos aqui.

64º Encontro_Peugeot






2014.10.11, Instuto Gulbenkian de Ciência, Oeiras


Desenho Cru de Outubro

A primeira parte do Desenho Cru deste mês foi preenchida por Malenga, um músico moçambicano que nos embalou com as músicas da sua autoria, cantadas em maconde, uma língua de Moçambique cheia de sons nasalados.
Sem mudar de posição, Malenga permitiu-me desenhar calmamente, e fiquei entretido a registá-lo com o pincel de água com tinta azul Waterman diluída e também com a caneta BIC 1.6.


              

Paisagem interior

Saiu-me bem esta paisagem interior do lobby do Hotel Corinthia, em Lisboa. Gosto da forma como me saiu a pintura do quadro que lá estava.


63ª Encontro





Foi uma manhã esplendida, uma bela ideia da Rita Caré. Colegas simpáticos, um guia maravilhoso o Dr.Jorge Carneiro  e só tive pena de não poder ficar para a tarde, porque aqueles laboratórios mereciam mais desenhos. Não resisti a desenhar o colar havaiano e a comentar "que os ciêntistas também se divertem".

Obrigado Sónia...


A minha filha ficou altamente viciada nas músicas infantis da Sónia Araújo! YES!!! Muito melhor que ver um Panda gordo acompanhado de 4 nerds, em loop constante durante horas... Obrigado Sónia, a TV ficou bem mais agradável ;)

http://intervalosalmoco.blogspot.pt/

Igreja de Santa Maria



O Castelo e Igreja de Santa Maria em Torres Vedras, vistas do novo terminal rodoviário e do caminho a pé matinal até lá ;)

http://intervalosalmoco.blogspot.pt/

Petiscos divinos

Na história de ir de férias a Portugal, a comida é, claro, um protagonista.


Em Lagos, O Lamberto é a cantina não-oficial da família. É fora do centro da cidade, portanto, os poucos turistas que lá chegam querem mesmo lá chegar. Os pratos principais aqui vêm do mar, como a lula grelhada ou a salada de polvo. Grelhados aqui é jogo seguro. Não esquecer espremer o limão.


A Oficina foi novidade para mim. Um amigo levou-nos lá para uma petiscada. Fica nos arrabaldes de Lagos, um sítio com um nome adequado - Mexilhoeira Grande. Os principais: azeitona da boa com cenoura em conserva, queijo de cabra, bucho (morcela), feijoada de buzinas, parafusos (camarão frito em massa de chamuça), tiras de lula panadas e, claro, caracóis. Estes vieram com alfinetes à antiga, espigões metálicos torcidos, que me puxaram uma lágrima de nostalgia. Para sobremesa, partilhámos bolo de bolacha e morgado.


O Sol e Pesca no Cais do Sodré em Lisboa já é um clássico das férias de verão. O conceito de conservas servidas com pão e imperial ainda é um vencedor para mim e só me apetece provar todas as latas!

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/food-for-the-soul/)

sábado, 18 de Outubro de 2014

Norwasianstar

Quando os barcos de cruzeiro atracam nas Portas do Mar perdemos a linha do horizonte. A escala é de tal forma «desfasada» da nossa que perece que nos devora.

Em Cascais


Primeiro sketch no meu primeiro bloco de papel preto, com a minha primeira caneta Posca.

Centro histórico de Carnide

Quando se temos a ilusão de conhecer Lisboa, a cidade revela-nos um recanto desconhecido que não se imaginava existir... Foi essa a sensação que tive quando descobri o Carnide, com a sua praça central e o seu coreto. Experimentei desenhar de pé, para capturar exactamente o enquadramento que queria.


convergência do espaço


sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

A hora do lanche por vezes reveste-se de indecisões e nem sempre é fácil...  enquanto espero vou rabiscando!!

A foz do Sado, vista de cima

Não ia a Tróia há muito tempo e fiquei surpreendido com o que encontrei. Que lugar fantástico! Ensaiei um desenho da vista, a partir de um 14º andar. Não ficou como eu queria, por isso vou ter que lá voltar! :)


Entre o desenho e a GD...sinto-me de mão atadas...e respiro nos intervalos.

Automóveis

Gosto muito de desenhar automóveis porque são um grande desafio. Por isso adorava ir ao encontro de amanhã. Não sendo possível antecipei-me andei a caçar.


A caminho do sul


Ao contrário de uma viagem de avião, uma viagem de carro onde se é o condutor não abona nada a favor do desenho, especialmente se dita viagem é feita num dia de sol escaldante.

Memórias da viagem de Elvas a Lagos incluem meia dúzia de picadas de vespas em Mourão, alguns castelos, silos de cereais do "Celeiro de Portugal" e um menir fálico com citação do Miguel Torga.

Mais tarde um amigo contou-me uma curiosidade sobre a Amareleja, onde parámos para café. Quem quer que passe na Amareleja ganha uma das famosas alcunhas alentejanas. Havia um tipo que trabalhava no outro lado da vila mas não queria ser alcunhado, então decidiu-se por contornar a cidade. A malta da vila chamou-o de "vai-de-volta".

Que alcunhas será que nos deram?

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/way-down-south/)

Florença

 


Desta vez resolvi tentar uma colagem e sobre ela desenhei parte do que via na mesa do café La cocotte que me serviu a magnífica bica da manhã enquanto estive nesta cidade.

O café tinha uma decoração muito modernaça e as empregadas eram extraordinariamente simpáticas. Ainda por cima, a crise anda por todo o lado, das 7 às 11 da manhã o café e o croissant eram cada um a 0.70 cêntimos o que, para aquela cidade, era praticamente dado.

desafio geometrico

Serralves no Porto, e o desafio geométrico da arquitetura de Mestre.
caneta preta 0,005 e feltros de ponta pincel cinzas


ao contrário

desenho em folha de papel preto com caneta e lápis de cor branca. edifício da EDP Lisboa.

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

No intervalo da chuva...

Quando se aproveita um almoço tardio para desenhar é porque o vício se instalou... Há uma semana, num intervalo da chuva que caiu nesse dia, com as primeiras figuras humanas que me arrisquei a desenhar.


Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina.

Flores e Corvo

Descando. Silêncio. Paz. Natureza. Trilhos. Aventura. Mar. Beleza.
Sabores. Criação. Humidade. Chuva. Arco-Iris. Nossa Senhora.
E continuava por palavras soltas, a trazer à minha memória esta viagem...
Fui descansar à Ilha das Flores. E numa viagem, inesquecível, de barco, enfreitei um mar picado até à Ilha do Corvo...
Partilho alguns desses momentos em desenho. É dificil... os verdes são tantos, tons ténues e infinitos que a minha caixinha de aguarelas não tem capacidade de me oferecer... ou talvez seja eu, que não a sei usar bem...

No entanto, tirei uma conclusão. Se as fotografias são redutoras a traduzir a natureza intensa, forte, fresca e serena destas ilhas; pelo menos, no meu caderno, encontro desenhos que me fazem recordar todos os sentidos que usei quando estive ali. =)








Começam as aulas e quase que não tenho tempo para desenhar...e como me obrigo a fazê-lodiariamente. Num dos raros momentos em que me estive (de passagem) na sala de professores  da secção nocva,  levei comigo mais um «bocadinho».

Hipnotizado pela tv

Há uns dias atrás, só com uma caneta e sem bloco, peguei em uma agenda (já pouco actual) da minha mãe e desenhei o meu irmão, distraído com a tv enquanto tentava trabalhar na tese.


Museu Geológico

 



quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Dia Aberto do IGC no Instituto Gulbenkian de Ciência_II

63º. ENCONTRO dos Diários Gráficos  -   Um dia (manhã e/ou tarde), do terraço ao laboratório. 

No LABORATÓRIO do Instituto Gulbenkian da Ciências em Oeiras, no dia 11 Out 14:
Fig 1. AS DUAS LUPAS 

Dia Aberto do IGC no Instituto Gulbenkian de Ciência_I

Do terraço 
Fig 1. PANORAMA DO LOCAL em OEIRAS.