Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sábado, 25 de abril de 2015

 

Hoje de manhã antes do início do workshop Entre ramos e folhas do Pedro Cabral na Casa-Atelier de Vieira da Silva.

A Carta - Turim



Hospital de Santa Maria, Lisboa

 
 
Ontem foi assim....fica o desenho :-)

Encontro 8_ USK P Açores (#1)

O dia Internacional de Monumentos e Sítios teve como tema "Monumentos e Sítios: Conhecer, Explorar, Partilhar". 
Para assinalar esta data, a HS - Histórias Sábias-Património Cultural, Artístico e Arqueológico, associou-se ao grupo Urban Sketchers Açores para promover uma visita guiada por alguns pontos de interesse histórico e cultural da Caloura. 
O ponto de encontro foi no Porto da Caloura às 14:00.
Eu cheguei tarde (que pena) e fui ter à ermida do convento da Caloura. Estava cheia de pessoas interessadas no que o Pedro Pascoal tinha para dizer sobre o espaço. Achei curioso, havia muita gente com vontade de participar, todos tinham algo a dizer sobre o convento, sobre a época...uma plateia informada!!! 


Não consegui apanhar a essencia do lugar e decidi sentar-me do lado de fora...  pouco depois estava na hora de sair e entrámos nos jardins do convento. 
«Mamã, mamã esta vista é muito valiosa, não é??» perguntava o pequeno António, deslumbrado com o arrojo do «postal».
Ao longe avistam-se SCUT na montanha e em baixo as duas praias (pequena e grande) de Água d'Alto... 
... e mais perto de nós, à direita e alinhado como o Miradouro do Pisão (lá no alto) vê-se o farol do Portinho.
Depois, conforme previsto, fomos ter com o Pintor Tomaz Borba Vieira que nos esperava no Castelo Centro Cultural....

(Pilot G-tec-C4 e aguarela, grafite e lápis de cor)                                                                                                     | mais aqui: «in situ» |

prata da casa

eu às vezes desenho-os
apanho-os entretidos e: "deixa cá ver..."

 ela entretida a arranjar couves        
ele a ver ...
que estará ele a ver tão concentrado?!

outras vezes é só pés...


os dele
e os dela


Luz e sombra



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Faro


Lusco-Fusco

“Experiment and try new tools ...don’t care about results...move out of your safe zone… and make mistakes” (Marina Grechanik) , o que é como quem diz: "arrisca, saia o que sair!"

 Então cá vai : não é de pessoas,  não tem contorno a caneta  preta, e é um “grande mistake” J!






Sair da Caravana - Turim







Naná nos braços de Morfeu

Foi apanhada na rua mas teve direito a nome de heroína de Balzac. Um nome, diga-se de passagem, que lhe assenta como uma luva, criatura bela e sedutora que ela é. A Naná é também uma óptima companhia. Terna e silenciosa, costuma aninhar-se ao pé de mim, no sofá, enquanto escrevo no computador. Quando a vi nesta posição adorável, de braços postos ao peito em sono profundo, não resisti a fazer-lhe o retrato:


Os demais passos da aguarela podem ver-se aqui.
Secas as tintas, eis a Naná plasmada para a posteridade:


"Chalet Suisso" (assim se escrevia na época :) )

Este edifício lindíssimo, com uma morte lenta anunciada, guarda a memória de uma época de progresso e desenvolvimento que o caminho de ferro ofereceu à Pampilhosa, sendo em tempos considerada a segunda mais importante, pois era um ponto de cruzamento entre as várias linhas que ligavam o país. É uma estalagem construída no ano de 1886, o "Chalet Suisso", para hospedar os viajantes que aqui mudassem de comboio e tivessem de pernoitar.  Só por curiosidade, no jardim traseiro do edifício residia majestosa a mais alta palmeira da Europa, agora reduzida a um coto pois foi vitima da praga do escaravelho.


 

Os inacabados são bons quando se tem pouco tempo.

E de repente...um espantalho!

Aparecem-nos pelos campos (e eu gosto) a espantar os pardais para estes não comerem as sementeiras.

Nini de volta

Já começava a ser estranho não colocar aqui nenhum desenho da Nini a dormir no sofá. Já foram tantos os desenhos que para variar lá vou tentando variar as perspectivas e os materiais.

Ps. Ela só se queixa de que lhe desenho o rabo sempre grande demais... aqui talvez tenha razão.


Caneta Micron 01 e marcador Copic Ciao

Caneta Pentel Pocket brush com marcadores Tiger e Copic Ciao

Sol e cerveja

As tardes são preguiçosas em Lisboa quando há sol e cerveja e quando bons amigos estão por aí. O Lourenço veio visitar Lisboa. Não estava com ele desde há mais de um ano, no frio da Suécia. E agora, encontrávamo-nos sob o sol da nossa terra. Ele trouxe a sua trupe, o que ainda tornou o dia mais especial. Estavamos encaminhados para a exposição Génesis do Sebastião Salgado, mas a Cordoaria estava à pinha. Fizemos um desvio para o Clube Náutico de Belém.


Tinha passado a manhã a aprender sobre como espalmar montes de coisas num caderno, com o Nelson. A tarde foi para aprender a conhecer estas novas simpáticas pessoas e para aprender, por exemplo, o que é a psicofarmacologização (tentem dizer sem se enganarem!), o que foi o Lisbon Psych Fest (sem relação com o conceito anterior e infelizmente já terminado. Fiquem atentos ao próximo ano), sobre o escalavardo, uma espécie de mangusto que é o flagelo dos galinheiros de Monchique, sugando o sangue dos bichos durante a noite, e sobre como servir vinho verde à maneira - sirvam-no de uma boa altura, para dissipar o gás mais agreste e para melhorar o sabor.


Benvindo de volta, Lourenço!

(publicado também em http://pedromacloureiro.com/)

quinta-feira, 23 de abril de 2015

...hoje, estou de chuva...

...há dias em que se está mais triste...
...estar de chuva...
...e o meu autorretrato  deu para responder «in extremis» ao desafio de abril...

Pausa em Viagem

Sai um galão e sande. O lachito na pausa merecida...
Folhas Secas


Ontem já no final do dia sentei-me num dos bancos de madeira do Jardim Amália e registei estas folhas de eucalipto que tinha apanhado junto do Parque Eduardo VII.

Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves


Mais desenhos aqui.