Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sábado, 25 de junho de 2016

Alfabeto Lisboeta


Termina hoje mais um Alfabeto Lisboeta. A Ketta está a orientar a letra Z numa sessão de dia inteiro na Quinta do Castelo.

Há umas semanas atrás, na letra V, integrámos a vela no desenho como forma de impermeabilizar o papel. Os resultados são muito interessantes, pois as texturas geradas são incríveis. Nesta minha página, fiz apenas uns apontamentos para demonstrar o que pretendia, mas ficou tudo inacabado para ter tempo de acompanhar o trabalho de todos.
O Filipe Pinto tem um belo post aqui que dá para ver um resultado bem melhor que o meu.

Já começam a perguntar se para o ano vai haver novo Alfabeto Lisboeta e com que tema. 
- Vamos ver... (é o que respondo sempre!)

Do caderno dos Açores



 


Gruta do Carvão - Ponta Delgada.
O que consegui fazer durante uma visita guiada, claro que, em casa, teve retoques.
 
A revisitar.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Encontro na Quinta da Fidalga, Seixal

No dia 2 de julho, não percam!
A convite da CMS, um encontro num lugar especial que tem, a partir de dia 17 de junho, a Oficina de Artes Manuel Cargaleiro, um projeto de Siza Vieira. Mais informação aqui



Os azulejos...

...dos prédios de Campo de Ourique!

WS do Vicente em Évora

Desenhar a "Jornada em Évora" foi o desafio...

Les Amazones d'Afrique, no anfiteatro da Gulbenkian

Les Amazones D'Afrique (apresentadas neste link)são um grupo de mulheres da África Ocidental, (Mali, Gabão, Senegal e Nigéria) que acreditam que a música pode ter um papel activo  na transformação das mentalidades e no fim da violência física ou sexual perpetrada sobre as mulheres de todas as raças, regiões, gerações ou religiões. Nesta causa, associaram-se à Panzi Hospital and Foundation, da República Democrática do Congo, que proporciona ajuda médica e cirúrgica a milhares de mulheres e jovens vítimas deste tipo de violência. Estão em Portugal e deram ontem um concerto, num dos espaços mais agradáveis da nossa cidade: o anfiteatro da Gulbenkian numa noite de Verão!A este sonho de um mundo melhor, juntou-se no final o coro da Gulbenkian, que contribuiu também para fazer deste, um concerto memorável!



 Um destaque especial para  Mariam Doumbia, música cega,  também conhecida por fazer parte da incrível dupla "Amadou e Mariam" em que se junta ao marido músico, também ele cego.

Restaurante Leve - Actualização

Foi com alguma surpresa que ontem encontrei um desenho meu na Página de Facebook de um Restaurante.
Chama-se Leve. Em Viana do Castelo ao fundo da Avenida ( em frente da bela Biblioteca do Siza ).
Gosto do espaço e da comida. Uma das vezes que lá comi, por causa de um engano no serviço tive que esperar pelo prato e, enquanto isso, desenhei claro!
Ontem por acaso tropecei nesse desenho, que não me pediram para usar, mas ainda assim gostei da honra de o terem escolhido para o site do restaurante.

Em resposta ao comentário do Eduardo, o desenho foi este.

Mais uma espera

Ninguém precisa de saber que vou um bocadinho mais cedo do que o combinado para poder esperar...
aos poucos vou tentando pôr pessoas nos meus desenhos

brexit


Vai ser mesmo um virar de página.

Se fosse como nos nossos cadernos, virar uma página feita, construída, cheia, é sinal que está na hora de começar uma nova em branco. Não se inicia um desenho sem ser a partir da página em branco, mas nós vamos acumulando o conhecimento em nós. A linha preta, o lápis ou as aguarelas, quando se lançam no papel, a cada página virada, têm mais experiência e, por isso, o avançar significa a confiança a aumentar.

Quando viramos a página e nos dão um material novo para a mão que nunca usámos, a sensação é totalmente nova, com uma mistura de entusiasmo pela novidade e receio pelo erro.

Creio que é assim que se sentem os ingleses hoje.
Creio que é assim que se sentem os europeus hoje.


Antes do início do encontro do Campo Vivo.

Chegou a praia!!

É mesmo. Apesar das filas de trânsito (pouco) e da falta de espaço para as toalhas, soube mesmo bem no domingo passado voltar a sentir a areia nos pés (e na cabeça, que o vento era muito).

E se não deu para arriscar o banho, deu para 2 registos da chegada do Verão. Os primeiros de muitos, espero!


quinta-feira, 23 de junho de 2016

Exposição

Fica o convite para uma exposição de diários gráficos em Albergaria-a-Velha, de 30 de Junho a 29 de Julho no edifício da Biblioteca Municipal. Apareçam :)


Urban Glass

Aqui trabalha-se com o fogo.
O fogo em maçaricos. Pequenas (mas lindas) peças em metal e vidro, ou néons. Uma atraente confusão de bancadas, tubos e condutas, ferramentas, peças só começadas e outras acabadas, pessoas e sobretudo vidro. Muito vidro, porque é disso que se trata.
Noutro espaço trabalha-se a frio com engenhos para furar, cortar, polir, ...
Há ainda os fornos (kilns= muflas?) uma série deles, de onde sai a pasta fundida e pronta para soprar.
Depois as bancadas de trabalho, as estantes com peças em trânsito, as zonas de exposição, escritórios etc e os armazéns.
Os armazéns de materiais, com todos os tipos de vidro, de todas as cores, formas e feitios, brilham como a caverna do Alibábá.
É assim o URBAN GLASS, "... committed to furthering the use of glass as a creative medium".
E o URBAN GLASS é apenas um piso num edifício todo dedicado às artes, no Brooklin Borough. A inveja de qualquer autarquia.

Sesta de Verão


Menino Jesus

Fui até Arraiolos ver tapetes e encontrei lá o Menino Jesus. Na verdade estavam lá outros mas este gordinho e anafadinho encheu-me o olho.

Coimbra

No bairro da Arregaça em Coimbra no terraço de um amigo
Esferográfica BIC : Canetas de Feltro

Os azulejos de Campo de Ourique


Do caderno dos Açores

 
 
Parte do lago do Palácio de Sant'Ana em dia que ameaçava chuva.
 
 

Sentada na Tabacaria Açoreana aproveitando o sol (tímido) e desenhando. Depois aproveitei a mesma folha para desenhar a Torre da Igreja do Santo Cristo e seguindo foi até à marina desenhar o intrincado dos veleiros e a linha que define a Serra de Àgua de Pau. Segui para a Matriz onde desenhei um janeluco.

«vivó verão»

Nada como o verão para nos fazer tirar partido do dia. No desenho faço um registo de algumas das paragens que fiz durante no meu passeio de bicicleta. 
(Graph'it shake, posca, liquitex paint markerl sobre ebru)                                                                                                                  |«in situ»|

À noite no suburbio

De uma varanda para uma rua ladeada de prédios e carros a luz amarelada espalha-se como a aguarela: liquida e cheia de cor.
Num esquisso muito, muito rápido porque sopra uma brisa fria e o tempo não é muito...