Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Lisboa em Agosto


Paraty_dia 1 (post incompleto)

Hoje foi o primeiro dia do Simpósio, com o início dos workshops às 9:30. Infelizmente o tempo esteve meio chuvoso, e mais frio que ontem, o que acabou por condicionar algumas actividades, principalmente pela manhã. Ainda não eram 9h, e já o Kiah Kien desenhava junto da casa da cultura.


Fiz o workshop da Simo Capecchi - The sketched reportage, numa destilaria fora da cidade, onde produzem cachaça artesanal, cerca de 10 mil litros por ano. A ideia era descrever em desenho o processo da produção, desde a trituração da cana do açucar, à recolha do suco (que provámos acabado de espremer), até ao processo de destilação propriamente dito. Para além do desenho devíamos complementar com texto, como um manual de instruções. No final dos desenhos provámos a cachaça, e tirámos uma foto quando regressamos a Paraty.


Da parte da tarde fiz o workshop da Stephanie Bower, 180 degrees, onde aprendemos as técnicas primárias para um desenho urbano com regras rígidas de ponto de fuga, linha do olhar, distorção, entre outras dicas muito interessantes. Pudemos ver como a Stephanie começa e termina um desenho, e isso foi incrível.


Nota: Ontem à noite fiquei sem bateria no computador e não o consegui carregar porque a tomada não funcionou com estas nossas fichas de pernos mais gordos, e não consegui terminar este post. Acabo de o escrever no lobby do hotel, pela manhã e no computador da recepção, aproveitando o rascunho que ficou guardado. Espero mais logo arranjar um adaptador de tomada para poder voltar a publicar coisas aqui.

Quinta dos Lilazes

 


Acabadinho de ser feito na Quinta dos Lilazes.
O ar de felicidade estampado no rosto...é da água...é do sol...é da familia!!!

...para Paraty ,através do atlantico...

...e se em vez de vinte e tal horas de avião ,ir diretamente de barco...
...o barco é verdadeiro e está na baía de Sesimbra...

Intervalo para almoço 18



Hoje foi dia de ficar perto do local de trabalho e praticar as "pessoas". Para tal, não há nada melhor como treinar com a malta do trabalho. O interessante do desenho de pessoas a fazer o que quer que seja é justamente a "imortalização" da acção, o que faz perdurar uns breves minutos de conversa. Em cima, falava-se do estado "caroxo" que o John Frusciante já atingiu e em baixo, das idas ao Red Light district... meramente turisticas, claro ;) 

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

Orquídea


Para variar do meu registo "normal" pincelei uma orquídea sem linhas a caneta. As férias às vezes ajudam nestas "liberdades"...



Margem Sul do Tejo


Comprei um bloco panorâmico (acabaram-se as folhas coladas com fita cola!!) e esta foi a maneira de o estrear. Um esquisso ultra rápido de 2 ou 3 minutos da margem sul do Tejo, vista do Cais do Sodré, em Lisboa.

http://dklimppedroalves.tumblr.com/

Desenhos da Nazaré

Desenhos muito rápidos,


O forte visto da praia norte,



Uma tenda feita com canas que estava na praia norte.

Museu da electricidade

 
 

Gostei muito da exposição do Vhils mas, como estava acompanhada por não sketchers, apenas consegui apanhar o pormenor de um dos seus trabalhos. O olho que está em cima à direita não pertence ao trabalho, uma curiosidade de quem, de repente, descobriu algo na forma de desenhar um olho!

férias...

Os dias de férias parecem maiores, consegue-se fazer muitas coisas.... ainda dá para ver um ou outro filme....

Paraty_dia 0

Depois de uma longa viagem de 24 horas cheguei finalmente a Paraty, já depois da meia noite. Pela manhã fui presenteado pelo deslumbramento de um lugar visto pela primeira vez, com a sensação de ter sido tele-transportado numa máquina do tempo. Descobri uma cidade extraordinariamente invulgar, muito limpa e simpática, arrumada e apetecível para ver (e desenhar) em muito detalhe.
Estava a preparar-me para almoçar com o Paratiano Lauro Monteiro (que esteve no encontro de Torres Vedras em Maio), quando tropecei no João Catarino, acabado de chegar do Rio e depois de uma viagem de 26 horas. Carregado com uma mochila de quem faz o inter-rail, e uma pesadíssima mala com rodas que não andam nestas estradas de Paraty, e carregadinha de cadernos da Ketta para oferecer aos participantes do Simpósio. Bem hajas João, por tão nobre serviço!
Os desenhos são (mal) fotografados em cima dum cobertor verde, com muitos borbotos. Amanhã vou tentar fotografar os desenhos com luz do dia, que hoje, e dado o adiantar da hora ficaram assim fraquinhas.
Até amanhã.



Desenho feito junto da Pousada do Sandi, onde o João e os restantes formadores estão hospedados.


Reconhecimento do lugar onde amanhã e sexta feira o João vai dar o seu workshop, sob o olhar divertido do Luís Araújo.


Durante a maré alta, a água entra pelas ruas de Paraty, deixando-as inundadas.


A recepção aos participantes começou com uma selfie: nesta foto a Fernanda Campos, o Eduardo, a Orly Dominguez, o Gabi Campanario e o Jason Das. Do lado direito, a rir que nem um perdido, está o Omar Jamarillo.


O primeiro desenho feito em Paraty, no Largo da Matriz. Enquanto desenhava, um cão preto veio espreitar o meu desenho. Mais tarde voltei a encontrá-lo a vaguear pela cidade. Não me reconheceu.


Ao almoço, com o Lauro Monteiro, o João Catarino, o Luís Araújo, a Karina Kuschnir e a Nathalia Cavalcante. 

O primeiro desenho feito em grupo, na Praça da Bandeira, no mesmo sítio onde a água da maré alta entra pelas ruas da cidade.


Desenho feito na recepção aos participantes, pouco antes da selfie da foto de cima.

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Obrigado ao núcleo de urbansketchers portugueses pela aceitação e recepção simpática. Comecei a desenhar recentemente mas espero evoluir junto desta comunidade.



Mata circundante ao parque de campismo de Santo André.



Churrasco em plenas férias - Vila do Bispo


sketchbook therapy



"O uso do diário gráfico, a respeito da sua ontológica relação com o dia-a-dia, dir-se-á que é voyeurista."
Um tema que serviu para escrever recentemente um "micro-texto" e disponível em: http://sketchbooktherapy.wordpress.com/not-papers-pt/
O mais importante são os vossos comentários e críticas.

Lagoa de Óbidos

Lagoa de Óbidos, 25 de Julho de 2014. Muitas das decisões de desenhos mais demorados são tomadas com estudos rápidos no diário gráfico.

Intervalo para almoço 17


Mais um, agora a vista da rua D. Estefânia para o Arco Cego. Feito em pouco menos de 15 minutos, só houve mesmo tempo para as linhas. Caneta preta Pilot GTec C4 em folha A5.

http://dklimppedroalves.tumblr.com/

em andamento

Desenhar em pleno andamento é uma tarefa complicada, gosto de o fazer... obriga-me a pensar muito rapidamente e a tomar decisões à mesma velocidade... 

Comboio Urbano

na Linha de Sintra

 

Telhados, beirados e cabos do eléctrico...


Há 10 anos que não fazia um esquisso no local, no centro histórico de Lisboa. Vivi muitos anos no bairro da Graça e este tipo de paisagem era uma constante nos meus tempos de "lisboeta". Telhados, beirados e cabos do eléctrico. Esquisso rápido ali num canto junto à ESBAL-UL, tamanho A5.

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

Maxial

Continuamos a explorar o interior desta vez mais para Norte. O Maxial fica a 10 quilómetros de Torres Vedras. Tentei fotografar o desenho e a Igreja, mas apesar de andar dez passos  para trás não consegui tirar a fotografia do conjunto. Esta é uma das coisas que adoro no desenho. Não precisamos de objetivas especiais para colocar no papel tudo o que queremos.


Barreiralva

Mafra tem 18 freguesias. Quando começamos a explor o seu interior cada rua é uma nova descoberta. Este desenho foi feito na Barreiralva um sítio não muito longe de mafra mas que parece ter parado no tempo. Ao fundo vê-se a Inês a desenhar (pintar). Tenho de a convencer a publicar aqui.


Bonecos de Bolso em Carnide

Convite para a exposição e lançamento da colecção de postais:

Intervalo para almoço 16


Mais um intervalo para almoço, desta vez para fazer um troço da Av. Praia da Vitória que ainda não tinha feito. Em breve os intervalos para almoço serão em Ponte de Lima, para umas merecidas férias.

http://dklimppedroalves.tumblr.com/

Museu da Carris

Um excelente desafio da Rita Caré e um sábado bem passado em óptima companhia!
O Museu da Carris é um lugar cheio de memórias e objectos altamente desenháveis!






Encontrei por lá este espelho com este texto fantástico!


NA FÁBRICA DAS CORES

Workshop com Eduardo Salavisa em 9 AGO 14. Local da actividade - numa mansão em Sassoeiros.
Em ambiente simpático, duas salas foram ocupadas por "gente" interessada. De seguida, a imagem de uma colega  Professora, que me serviu de modelo a quem agradeço.
1. DESENHANDO FIGURA HUMANA

Alguns dos exercícios propostos (optei pelos equipamentos)
2. UMA MÁQUINA DE COSTURA
3. UM ESBOÇO - em modo rápido
Nunca é demais escutar as lições para principiantes e seguir as orientações do Coordenador.

MENSAGEM E DESENHO DO LARGO DO CARMO.

Não importa a data em que este conjunto de imagens foram feitas mas o conteúdo elaborado (registo gráfico e texto).Importa igualmente saber se a data histórica acompanha-nos ou não no presente e/ou em qualquer altura os locais de outrora e os acontecimentos: repetindo muitas situações ou então, estaremos sempre em constante mudança.
IMAGEM CONTORNADO AS RUAS DAS REDONDEZAS DO LARGO DO CARMO
Segue um texto adequado a essa "viagem" em Workshop de ESalavisa e escritora ROchoa:

"Ocorrido em 25 de Abril de 1974 em Portugal foi deposto  o regime ditatorial do Estado Novo  vigente desde 1933. Com orientação socialista iniciou-se um outro processo estabelecendo a democracia neste País.
Este percurso teve o seu início num ajuntamento da população no Largo do Carmo, na madrugada de 25 de Abril, na operação "Fim-regime" comandada pelo então Major Otelo S. de Carvalho. Foram ocupados alguns dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial o aeroporto, a rádio e a tv.
Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.
Hoje, continuam desgostosos e embora possam manifestar-se abertamente, ainda não se vislumbra uma verdadeira revolução social e política. Efetivamente existe um conjunto de características cívicas, políticas, sócio-económicas e culturais que ainda não produziram efeito substancial.
Ainda prevalecem a incerteza para a sociedade portuguesa, pelo que seria desejável mais atenção demorada, análise e discussão na participação cívica e moldar as diversas áreas da vida colectiva do Portugal democrático, passando entre outros, pela Educação, a Economia, as Desigualdades Sociais, a Religião e os Movimentos Cívicos".
Não queria deixar de agradecer ao Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa, pela atenção e disponibilidade com que colabora com as actividades dos USK e cedendo quando necessário o espaço.



Em Vilamoura:
enquanto o mar «aquece»....

Quinta das Conchas

 

a saga continua

a saga do "não durmo no sofá" que acontece cá por casa


Ontem, durante a pausa para o almoço, este carimbo numerador vintage sobre a minha secretária, estava mesmo a pedir... assim iniciei mais um caderno!


CAMPO DE SANTA CLARA em Lisboa_III parte

A meio da tarde, visitamos os espaços verdes da zona e observamos os últimos movimentos da feira de sábado de 2 AGO14
1. Do alto do jardim avistamos a agitação da feira
2. OS DERRADEIROS SEGUNDOS DA FEIRA: DESMONTAGEM DAS BANCADAS  E DAS TENDAS
3. O RESCALDO DA FEIRA
4. JARDIM BOTO MACHADO no mesmo local do bairro SANTA CLARA.