Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Entroncamento

Um dia em cheio no Entroncamento!
Entre explorar o museu e desenhar, a manhã passou num ápice!



A pausa para almoço no restaurante Dom Apetite...e os companheiros de refeição




Os desenhos feitos durante a tarde



Desenhar com o Filipe Pinto

Isto de fazer listas de objectos é uma excelente ideia, Filipe!


O desafio seguinte já está na forja! Serei eu a próxima a embarcar nesta aventura!

Alice no Jardim Gulbenkian


A minha filha Alice a observar uma senhora a dar comida aos patos no jardim Gulbenkian.

Rocha Conde de Óbidos

Numa tarde bem passada em Rocha Conde de Óbidos, com os rebocadores, bem alinhados.

Os rebocadores

Um semáforo(Belém)

um semáforo à frente da estação de comboios

A Nini no (re)corte sem costura


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

#desenhoarcodejesus


Lojas de Lisboa

Esta temática das lojas é mesmo muito interessante. Muitas destas lojas são verdadeiros postais da cidade. Apesar de já ter passado por esta muitas vezes, nunca lhe tinha dado a devida atenção. A luvaria Ulisses é minuscula e soberba ao mesmo tempo. Não cabem mais de duas pessoas lá dentro. Como decidi fazer o desenho bem em frente da porta foi difícil gerir os encontrões dos turistas que estavam na fila. Alguns colocavam-se atrás de mim por pensarem que eu fazia parte da fila.

Quinta do Ferro, uma verdadeira ruína ao gosto romântico!

 O desenho a linha (com caneta Bic) e uma aguada breve para apontar a cor foram feitos no local, as texturas foram trabalhadas à posteriori, com sobreposição de várias camadas de aguarela, sal e raspagem.
No mesmo dia, da Quinta do Ferro segui para a ZDB onde se inaugurava uma exposição VERBIVOCOVISUAL e um Happening (Concerto e audição pictórica), durante o qual um dos artistas rasgava folhas de um livro de poesia, distribuindo-as pelo público que assistia.  São fragmentos desses poemas que  complementam estes desenhos, acrescentando textura e contribuindo para caracterizar a aura romântica que encontrei neste lugar no meio de Lisboa: os múltiplos edifícios e casas em ruína, as cores (os ocres em contraste com apontamentos de azul), a ferrugem, a própria luz desse dia, o silêncio, as ruas vazias, tudo se conjugou num universo poético e sublime (destruído, mas belo).








Igreja do Santíssimo Sacramento - Lisboa

Mais uma Igreja de Lisboa a compor um caderno dedicado ao tema ... mas que tarda em crescer!!!

Another Lisbon Church added to a sketchbook fully dedicated to the theme… but it’s taking too much time to grow!!!!


Entroncamento




 


Feitos no sábado num encontro de Sketchers no Entroncamento no Museu Nacional Ferroviário.

Um Museu que é um manancial para desenhar.

A Casa das Sementes

É por nome que é designado este estabelecimento que data de 1935, uma época em que na Praça da Figueira se localizava o mercado abastecedor da cidade. Hoje em dia vende sementes de legumes e flores. É um dos locais por onde passam diariamente os tours turísticos da cidade e eu própria, já que o meu escritório fica num primeiro andar mesmo na esquina em frente. Foi assim, com este desenho, que hoje comecei o meu dia: a ver a menina de avental às riscas verdes varrer a entrada da loja, depois a baixar os toldos com uma manivela, enquanto os clientes e turistas começavam a chegar... Falta só dizer que é uma das lojas onde gosto mais de entrar. Vale a pena uma visita para desenhar e não só!
 

Entroncamento, regresso


Lisboa

A vista sobre Lisboa da sala de casa na Penha de França
Esferográfica BIC : Marcador Staedtler 

#34 - Ginjinha Sem Rival e Eduardino


Aproveitei a pausa de almoço para ir desenhar uma loja emblemática de Lisboa - a Ginjinha Sem Rival. O edificio está cheio de andaimes e tive de desenhar mesmo junto à entrada da pequena loja. 
Quis desenhar um pouco do interior e para não sentir que estava a mais num espaço tão pequeno, pedi uma ginja (em jejum). Falei com um dos donos e mostrei-lhe o desenho. As pessoas junto ao balcão também espreitaram e fizeram perguntas. Contei da lista de lojas a desenhar - muitas para uma só pessoa! Aí falei dos Urban Sketchers. Fui depois almoçar, com a ginja a fazer mossa no estômago vazio.

Cova do Vapor

No passado dia 21, fomos descobrir a outra margem, começámos na Cova do Vapor, lugar com muitos assuntos, para lá voltar. Como foi o primeiro desenho do caderno, foi mais difícil.
Para quem não sabe a Cova do Vapor, fica junto à Trafaria, e também ao Bico da areia.



L de Locomotiva, V de Vicente no K... e M de Mala de Revisor



O último encontro dos Urban Sketchers Portugal e dos Ribatejo Sketchers, com comboios e outras mini-pérolas do Museu Nacional Ferroviário, foi extraordinário. Não apenas pelos mais de sessenta participantes vindos de diferentes regiões de Portugal - do Norte ao Alentejo - e pelo almoço amavelmente oferecido pela Ordem dos Arquitectos, mas sobretudo pelos gigantes ferroviários maravilhosos que nos aguardava. Estavam mesmo a "pedir" para os desenharmos.

Ninguém diria que os sketchers são pessoas sociáveis pelo silêncio do ambiente rabiscatório, aparentemente quieto, com que que os visitantes "normais" se deparavam ao chegar à rotunda das locomotivas. Se tivesse desenhado o grupo naquele momento teria colocado umas nuvenzinhas de fumo a sair de todas as cabeças e da ponta das suas canetas a rabiscar avidamente parafusos e perspectivas dificílimas!


Primeiro explorei as diferentes zonas do museu para perceber as possibilidades e conhecer o espaço. Só depois decidi sentar-me em frente a esta locomotiva para evitar meter-me em grandes sarilhos. Era das locomotivas mais pequenas. Desenhei-a assim de lado e em contraluz para evitar ver detalhes. Confesso! Evitei enfrentar qualquer perspectiva desesperante no meu caderno.

Houve muitos sketchers que o fizeram e os resultados fabulosos já estão aqui no blog, nos blogs de outros grupos de sketchers e nas redes sociais de cada autor. Não se esqueçam, por favor, de publicar os vossos posts com a etiqueta: Museu Ferroviário - Entroncamento



Durante o almoço desenhei um clássico: o Vicente! Só agora reparo que ele parece estar a cair de sono para dentro da sopa... Mas gosto muito do resultado da camisola... 




Para finalizar o meu dia dediquei-me ao que mais gosto no urban sketching: composição de pequenos objectos preciosos na dupla página e aguarela.



P.S. Este caderno é também ele uma pérola.
É uma antiga agenda desusada, oferecida pela Teresa Ogando,
que estou a adorar usar com aguarela.



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DESAFIO 75 "PRETO E BRANCO"_ FEV19

Com os meus cumprimentos e agradecimentos  à Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos - Secção Regional do Sul, que organizou e promoveu um fabuloso Encontro entre os USKP em 19FEV19


Aproveito esta imagem  para enquadra-lá no Desafio 75 "Preto e  Branco" dos USKP mês de Fevereiro 2017.


Trata-se de um registo de uma das peças de equipamento (CAMBOTA) expostas ao ar livre, em  19-02, no | Entroncamento | Museu Nacional Ferroviário | USkP e Ribatejo Sketchers.


#42 Pequeno Jardim

Pequeno Jardim está aberta desde 1925. É uma loja de vão de escada. Uma das lojas de flores mais antigas de Lisboa que todos os dias invade com os seus arranjos a Rua Garrett.

Beco do Carneiro

Em Alfama, Lisboa.