Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

Sábado, 25 de Maio de 2013

Cova do Vapor

O iníio da minha viagem pelo projecto "Casa do Vapor".

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Drunk-Walker 3

Rapariga no lançamento do livro Drunk-Walker na livraria Sá da Costa.

Torres Novas

Os meus primeiros desenhos. Pinceladas Torrejanas:
A Serra D'Aire e o pintor Carlos Reis

Valada

Esta porta pertence a uma das casas existentes em Valada (Ribatejo), 
que é uma vila tipicamente ribatejana, com uma pequena praia fluvial.
Um bom sítio para passar uma tarde a desenhar!

O PATO MUDO da Trv do Marta Pinto, Belém.


Esta Travessa conduziu o grupo que aderiu o atrás citado Wks ao Jardim Botânico Tropical. Vê-se de frente o painel de azulejos de PATO MUDO e antes de dobrar a esquina localiza- -se a Ermida de Nossa Senhora da Conceição.
Do templo, foi iniciada a apresentação do “Passeio Romântico – Vicente 2012”, com os figurantes Nelson Guerreiro e João Abel, interessante cenário inserido no Projeto Travessa da Ermida.

Drunk-Walker/Church of Fire

Na Livraria Sá da Costa, os Big Church of Fire tocaram no lançamento do livro Drunk-Walker.
Poesia dita por Nuno Marques. 21/5/13
 

Nazaré

O canto das pedras e a sua pedra da Panela.

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Drunk-Walker

Lançamento do último livro de Nuno Moura, Drunk-Walker.
Um livro muito belo, casamento divino entre poesia e arte.
O lançamento decorreu na livraria Sá da Costa e a edição é da Milena Olissipo.

Milagre da multiplicação

Na margem do rio Séqua em Tavira.

Gigantes encantados na serra algarvia

                                          Gigantes encantados...

 

Ericeira - Furnas

 


 
Quer na  serra quer  no sapal, cores e traços revelam  um caldeirão de sentimentos. A representação vai para lá da paisagem visível.

 
 
 
No sapal em Tavira com a cidade a surgir timidamente.
A natureza permite-me  libertar emoções.  

Casa da Guia


Durante um almoço na Casa da Guia de Cascais tive oportunidade de fazer um desenho um pouco mais paciente, a levar o seu tempo, para contrapor os desenhos mais rápidos que tenho feito ultimamente na correria do dia-a-dia.
Parece que nunca estou contente: se faço muitos desenhos rápidos seguidos sinto falta de desenhar devagar e vice-versa.
Mas no fundo, no fundo, sempre que estou a desenhar estou contente.

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

"A leitura e a música abrem-nos uma janela para o mundo..."

Panthéon de Paris

Que não saiba a tua mão direita o que faz a mão esquerda.

37º. ENCONTRO DOS USKP no MAC_Lx_mai13

 
  NO MUSEU DO CARMO,

.                                                        Uma imagem de São João Nepomuceno
 

Dois seres mumificados (masculino e feminino do Peru), dentro das respetivas vitrinas e em boas condições de conservação.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

7º Festival Islâmico de Mértola

Terminou no domingo, mais um Festival Islâmico em Mértola. Um ambiente excelente que adoro e que não perco desde a 3ª edição. A paisagem é maravilhosa e é como uma viagem ao norte de àfrica e à herança árabe do sul do país.

Um desenho rápido num momento de descanso de um grupo que animou as ruas com música tradicional.

No sábado à noite um concerto psicadélico com Mad Sheer Khan e no domingo um concerto com o grupo de adufes de Proença-a-velha num espaço bem improvisado. Em 2015 há mais!

37º Encontro Diários Gráficos Igreja do Carmo 18 Maio


Trafaria (no caminho para a Casa do Vapor)


Trafaria

Desenho feito na chegada à margem Sul de barco: Trafaria, antes de partir para a Cova do Vapor.

Casa do Vapor - Work in progress




Aqui estão os meus desenhos de hoje, que documentam a evolução da construção da Casa do Vapor, na Cova do Vapor, que está, por sinal, bem mais avançada do que na visita anterior.

Casa do Vapor

Aqui fica o meu contributo ao desafio lançado pela Casa do Vapor, de documentar a evolução da construção das suas instalações.



Amizade

 
A minha querida amiga S. que ontem fez 36 anos.
No comboio a caminho da praia.
15/4/13.

Türk Postallar vol 02: Três de (Şanlı)Urfa


A cerca de 50km da carnificina que grassa por terras Sírias, Urfa (ou Şanlıurfa, se assim o preferirem) parece passar ao lado do conflito. Parece— mas que conclusões de turista acidental terão a mínima relevância para o que quer que seja? Mas voltemos a Urfa (ou Şanlıurfa, lá está, parece que os nativos a páginas tantas acharam que Urfa não bastava, e toca de aditivar o nome do burgo com o termo şanlı, ou gloriosa), um dos berços da civilização plantado em pleno Crescente Fértil. E, até ver, berço da religião, com o mais antigo templo conhecido: Göbekli Tepe Razões de sobra para uma visita.


Göbekli Tepe, gravuras de Grous (e Avestruzes?), antes de uma valente bátega

~

Urfa (ou, não sei se terei referido já, Şanlıurfa) tem História para dar e vender. É no que dá ser cidade que vem lançadíssima lá do princípio dos tempos (históricos). Diz que é terra de profetas, que foi ali que Abrão escapou por milagre à fogueira: do braseiro fez-se lago e assim nasceu o Balıklı Göl (ou Lago dos Peixes). Diz também que foi aqui que Deus se entreteve um pedacinho a atormentar, ou melhor dizendo, a deixar atormentar Job. Outros tempos. Mas para lá do reboliço de bazares e Renaults 12 brancos, Urfa (ou Şanlıurfa, fica ao critério do leitor), desenrola-se um labiríntico emaranhado de ruas e ruelas onde flui Árabe, Curdo e Turco. E se Dorothy confidenciava a Toto que lhe parecia já não estar no Kansas, a mim palpitava-me que já não estava na Turquia que (mal) conheço.

Fonte junto a uma mesquita, desenhada sob olhar atento de Ahmet, o Sírio

~

Urfa (que muito antes de ser sequer Şanlıurfa foi Edessa), mais parece um queijo suiço. Ele é cavernas e cavernitas por toda e qualquer encosta. Gente dada ao trogloditismo já antes de Alexandre, o Grande, por ali ter passado. Gente dada que após a sua passagem, continuou a apostar nesta modalidade urbanística. E foi numa encosta esventrada, com escombros por todo o lado depois de uma expropriação à la Turka (que são de arrepiar, como foi no caso das evacuações em Tarlabaşı) que numa das muitas grutas a céu aberto entrámos numa necrópole Grega, com relevos talhados no calcário macio. E lixarada, como não podia deixar de ser. Ainda fomos convidados pelos donos de uma garagem mesmo ao lado a visitar a caverna deles, à qual se acedia pelas traseiras. Um grande painel de mosaicos, diziam-nos os mecânicos, mesmo no fundo da gruta. Ainda pusemos um pézinho nas escadas que desapareciam no breu, mas os escombros, o punjente cheiro a mijo e lixo e o facto de não se ver ponta de um corno levaram-nos a diplomaticamente declinar o convite. "Sabe como é, gostávamos, mas falta-nos lanterna..." Porque estas coisas, todos sabemos como começam, mas ninguém sabe como elas acabam...


Relevo Grego de um Centauro-hipocampo, durante saraivada grossa
 
 
 


Quinta das Conchas e quinta dos Lilazes.

Fonte

Velha fonte de ferro fundido frente ao Colégio do Espírito Santo em Évora. Está marcada como sendo de 189?. Verifiquei, ainda funciona.

O mau feitio de Paris

Paris é uma cidade com mau-feitio. É chata, gosta que lhe dêem atenção. É uma cidade mimada. Gosta de ser vista, gosta de vislumbrar. E é teimosa. É bonita, tem um olhar triste, mas é bonita. E esta tarde voltou a confirmar. Com chuva, com frio e vento, mostra-se assim. Eternamente inacessível. Não se deixa apanhar, não se deixa desenhar. Escapa-se. Seduz escapando-se. É chata. Gosta que lhe dêem atenção. És bonita, mas tens mau-feitio.


37º Encontro dos USK no MAC



Estava sol e chuva e sol e chuva...
até que me sentei na loja com vistas
para o Castelo de São Jorge.
E fiquei finalmente sossegada a desenhar.


Mais rabiscos AQUI


subúrbios


Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Rua Santa Cruz, Proença-a-Nova


João Rafael

João Rafael Dionisio, a ler alguns dos seus textos na Soc. Guilherme Cossoul durante a Edita (encontro de editores independentes).17/5/13

Pai

Pai a ler revista Libero.12/5/13

Ofir

Ofir, Portugal, 18.03.2013
 
 


Passeando em Lisboa na bela trama de ruas que circundam o Castelo de S. Jorge. Descobrir a cidade é do que mais gosto.

Uma das casas mais antigas e, ao fundo, a bela igreja do Menino de Deus.

LISBOA PANORÃMICA_ JAN13

Workshop de diários gráficos com Richard Câmara:
                                    1.Miradouro de São Pedro de Alcântara, em Lisboa às 20 h
2. Junto à Fonte do Miradouro. 
        3. Entre o Elevador de Santa Justa e o Convento do Carmo às 23h.
 
Tinha sido uma noite gélida, com muita chuva. Apesar da intempérie, procuramos estar o melhor possível abrigados, protegidos até ao último momento nessa atividade, bem como no difícil retorno a casa. Correu tudo da melhor forma e foi deste modo uma experiência diferente com resultados positivos. Agradeço ao Coordenador a amabilidade por nos ter sempre acompanhado assim como ao Promotor cujo nome por questões de ética não é possível divulgar, pela colaboração em nos ajudar a ultrapassar as dificuldades naquelas citadas circunstâncias.

NOVA MENSAGEM
(membros)
CONTACTO
diariosgraficos[at]gmail.com
FORMAÇÃO

Mário Linhares | 2.jun

Richard Câmara | 7 e 8.jun



José Louro e Sara Simões | 8.jun
Dois urbansketchers na floresta Laurisilva

Alexandra Belo e Vítor Mingacho | 15.jun
Uma semana em Berlim

Manuela Rolão | 29.jun
Pequenas grandes viagens

Luís Ançã | 6.jul
Viagem pelo Alentejo

Mónica Cid | 27.jul
Viagem de estudo a Paris

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38º Encontro de Diários Gráficos | 26 de maio

38º Encontro de Diários Gráficos | 26 de maio
Lisboa | topo do Parque Eduardo VII

Gaveta de rascunhos

 
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